“Espelho, Espelho Meu”… será que existe uma madrasta mais cômica do que eu?

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Hoje eu estou muito feliz pois estou postando a primeira colaboração no Blog Da Literatura!! A Claudinha, do blog Jardim dos Sonhos, fez um texto lindíssimo sobre o filme Espelho, Espelho meu, que estreou nessa semana em Porto Alegre e que tive a oportunidade de assistir com os meus amigos na noite de ontem. Ao final do filme, ela comentou comigo que iria postar um texto sobre ele em seu blog e eu pedi que postasse aqui também! 🙂

Aqui está, então, o texto da Clau. Espero que gostem!

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Ainda que passados tantos anos dos primeiros registros literários do sombrio conto da tradição oral alemã, a história da bela princesa órfã que desperta a inveja e a raiva de sua madrasta continua presente no imaginário popular.

Essa releitura, dirigida por Tarsem Singh, porém, mostra a história sob um novo olhar, alterando nomes e fatos, criando um universo menos sombrio que o original, mas tão inusitado quanto. Momentos de tensão dividem espaço com o humor que percorre a cena ao longo da impagável atuação de Julia Roberts e dos divertidos sete anões..

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A história original está lá, mas podemos começar dando adeus a Atchim, Soneca, Zangado, Feliz, Dengoso, Mestre e Dunga. Ah, esqueçamos, também, o caçador… aquela Branca de Neve inocente… e o beijo salvador que acorda a princesa da “morte”…
Grim, Napoleão, Açougueiro, Tampinha, Lobo, Rango e Riso são os sete anões, que, com certeza, não trabalham em uma mina nem tão pouco têm uma vida honesta e humilde na floresta. Pequenos saquedores sobre pernas de pau, os anões garantem ótimos momentos do filme.
A madrasta é um dos pontos altos… fortes e irônica… é tão divertida que quase chegamos a torcer por ela.
Lily Collins é a responsável por viver uma Branca de Neve com 18 anos recém feitos. Ao ver-se sozinha na floresta, ela acaba por conhecer os anões, com quem passa a morar e com os quais aprende a se defender, roubar e pensar estrategicamente..

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Armie Hammer vive o príncipe desastrado, bobo e atrapalhado, que inicia a história sendo assaltado pelos anões, chega seminu ao castelo da Branca de Neve. Sua beleza e condição econômica fazem despertar o interesse da rainha, que vê seus planos em perigo ao perceber o interesse do príncipe por Branca de Neve.
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Como resultado final temos um filme divertido, que agrada tanto pelo enredo quanto pela exuberância visual.

Apesar da crítica negativa, que o vê como um pastelão artificial, é um filme que vale a pena ser visto. Afinal, o mundo da fantasia nos abre tantas portas… por que insistirmos em adentrar sempre pelas mesmas?..

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Divirtam-se… seja com as fadas ou com as bruxas, posto que o imaginário transforma todas elas em um conteúdo onírico que nos faz viajar, viajar, viajar…
Beijinhos…
Clau Labres
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2 thoughts on ““Espelho, Espelho Meu”… será que existe uma madrasta mais cômica do que eu?

  1. Pingback: Um conto de fadas muito divertido: “Deu a louca na Chapeuzinho” « da literatura

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